Lançamento do livro “Destino, acaso ou algo mais forte” de Gustavo Lacombe e abertura da Exposição I.D.de Maxwell Alves

No dia 05 de fevereiro, acontece aqui no Espaço de Arte, o lançamento do livro “Destino, acaso ou algo mais forte” de Gustavo Lacombe e abertura da exposição ” I.D.” de Maxwell Alves .

Local: Espaço de Arte
Rua: Alberto Folloni, 1534 – Ahú
Gratuito
Informações: 41-30156320

“Destino, acaso ou algo mais forte” é uma coletânea de crônicas que traz várias facetas dos relacionamentos atuais – já tão saturados de vazios “eu-te-amos” e carentes de Amor.” O livro teve seu lançamento oficial no dia 17 de dezembro de 2014, no Rio de Janeiro, e segue sua rota de lançamentos pelo Brasil.
Sobre o autor: Gustavo Lacombe é formado em Jornalismo pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) tem 25 anos, é carioca, jornalista, músico, compositor e escreve por paixão e prazer.

Livros a venda por R$35,00, devidamente autografado.

Na exposição “I. D.” o artista busca unir sua atuação profissional à sua área de formação, reafirmando a interligação inerente entre ambas.
Tatuador e gravurista, utiliza da linguagem fotográfica para imprimir nova abordagem aos seus trabalhos.
Dentre os inúmeros recursos e reflexões que a fotografia contemporânea proporciona, a manipulação e ruptura com seus laços de “arte mais próxima ao real” apresenta uma forte vertente, e a procura por ressignificações renova a esta técnica perspectivas artísticas.
Fotografia também é fragmentação.
Fragmentar a imagem é dar diferentes perspectivas e possibilitar novos olhares aos desenhos, que, quando em todo, na pele, são únicos.
Na pele, tatuagem é identidade.

Sobre o artista: Maxwell Alves tem 27 anos, Formado em gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná ( EMBAP ). Atuou como ilustrador e professor de Artes. Atualmente é tatuador e proprietário do estúdio El Cuervo Ink.

“O olhar do Tatuador

A paixão pela produção artística em conjunto com seus engajamentos de analise poética, instalam na contemporaneidade esta apologia libertária do corpo, convertida em uma estética abstrata. A necessidade social em transparecer a sexualidade, favorece a tatuagem, como registro expressivo. Nessas fotografias a carne, aparece como uma textura ou plano criativo, compondo uma diferente situação visual voltada ao abstracionismo. O corpo do intermediador é a obra e a matriz.
O recorte fotográfico, traz um olhar mais poético transitivo, subjetivando a opinião do corpo tatuado e simplesmente faz desse olhar, transparecer a vontade do tatuador em assimilar outras linguagens. ”
André Dias